terça-feira, 9 de abril de 2013

E O SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE? (Contando Histórias)


Comentei da nova coluna - "CONTANDO HISTÓRIAS" - aqui no blog. Então! Serão histórias/crônicas do cotidiano, sobre assuntos variados - do que aconteceu comigo ou do que eu li ou ouvi por aí.

E, conversando com minha mãe e com meu irmão, eles me contaram dos contatos (indesejados) que têm tido com o SAC/Serviço de Atendimento ao Cliente de empresas e de situações que se complicaram sem necessidade. O que me fez lembrar do que aconteceu comigo uma vez...


Eu fui à loja pra retornar um par de sapatos que o Michael não chegou a usar, coisa simples. A atendente do balcão de Serviço ao Cliente verificou meu recibo e disse:

- “Senhora, este recibo é muito antigo. Tem mais de 90 dias.”
- “Eu sei. Eu posso receber crédito da loja, tudo bem.”

Eu disse aquilo porque é o que costuma acontecer na maioria dos lugares onde eu vou... mas a atendente, então, resolveu sair da área do balcão e foi falar com outra que estava alí perto. E a segunda atendente virou pra mim: “Esse recibo é muito antigo. O sistema não vai nem aceitar… A senhora está com o cartão de débito? A gente pode tentar colocar o dinheiro de volta na sua conta.” Tentar? Eu, querendo voltar pra casa e pensando que facilitaria o processo, disse de novo: “Pode me dar crédito da loja. Não tem o menor problema.”

Aí ela soltou esse torpedo na minha direção:

- “Senhora, o que a gente pode fazer é colocar o dinheiro de volta na sua conta. QUER FAZER O RETORNO OU NÃO?”

Como assim, pessoal!
Eu perdi alguma coisa?

O que ela achou que eu iria responder? “Não, muito obrigada. Pode ficar com o meu dinheiro!” Se ela podia colocar o dinheiro de volta na minha conta desde o início, qual a razão da grosseria e daquela conversa toda? “A senhora está com o cartão?”/ “Sim. Está aqui o meu cartão!” – teria sido o suficiente. Pronto. Acabou.

Mas não fiz cena, não. Fiz que não percebi a agressividade nas palavras da moça… Respondi que sim, peguei o recibo, agradeci e me mandei pra bem longe daquele lugar estranho, com gente que dificulta quando não é preciso.

Coisa simples que ficou assim, complicada, à toa.
Eu, hein!

Um comentário:

  1. Pra que simplificar se podem complicar, parece ser assim o pensamento,não é? beijos,chica

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